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Caso Messer: Felipe Cogorno Álvarez mostra que estava na Europa

Ao apresentar documentos ao Ministério publico, o empresário Felipe Cogorno Álvarez pode comprovar que não estava no país nas datas que a Polícia Federal do Brasil o acusa de ter ajudado no envio de dinheiro a Darío Messer.

(De 27 de janeiro a 13 de fevereiro, Cogorno se encontrava em Londres)

A Polícia Federal do Brasil havia acusado o empresário Felipe Cogorno Álvarez de haver ajudado Myra de Oliveira Athayde, namorada de Darío Messer, a realizar uma operação financeira em Fe Câmbios no valor de U$ 260 mil dólares em 29 de janeiro deste ano, esta quantia estava destinada a ajudar Messer, que estava fugitivo da justiça naquele momento.

Acontece que surpreendentemente a Polícia Federal não apresentou nenhuma evidência consistente dos fatos em que o empresário Felipe Cogorno Álvarez esteja supostamente envolvido.

Lembrando que Cogorno se disponibilizou desde o início para o Ministério publico, inclusive foi testemunhar e apresentou várias provas inquestionáveis mostrando que entre os dias 27 de janeiro a 13 de fevereiro se encontrava em Londres, onde estuda suas filhas. Nos documentos apresentados, estava seu passaporte onde foi registrado a entrada e a saída do país, o registro de migração e as passagens aéreas, e também o extrato dos cartões de créditos que mostram que no mesmo dia, ele estava efetuando pagamentos com eles em Londres.

Para acusar o empresário Felipe Cogorno Álvarez, a Polícia Federal se apoiou unicamente em uma mensagem de Whatsapp que um amigo com o nome de Najun Turner enviou ao empresário, portanto, Cogorno entregou seu celular ao Ministério Publico demonstrando que nunca respondeu tal mensagem.

Investigação no Brasil envolvendo Felipe Cogorno Álvarez, aparenta intenção politica e comercial.

O empresário que se encontra envolvido nesta situação disse que não entende como as autoridades brasileiras não respeitam o princípio de territorialidade, um absurdo que o Brasil investigue os paraguaios que vivem no Paraguai e que, supostamente receberam dinheiro neste país de outro paraguaio, sem muito menos comprovar a veracidade desta operação. A promotoria havia realizado um excelente trabalho no país, mesmo bloqueando todos os bens de Darío Messer, entretanto, é uma oportunidade para as autoridades desse país decidirem atuar por razoes aparentemente políticas e comerciais.

A intenção desse caso surge quando foi encontrado uma cópia de uma carta pela Polícia Federal, na carta diz que Horácio Cartes ajudou Messer com U$ 500 mil dólares americanos. Na investigação afirmam que Myra de Oliveira Athayde, namorada de Messer, esteve em Assunção nos dias 28 e 29 de janeiro deste ano, supostamente indo a Fe Câmbios realizar esta operação.

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