Cotidiano

Tchau Paraguay, Chile e Estados Unidos!

A quarta-feira foi de classificações emocionantes e até mesmo históricas para algumas seleções nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Mas nem só de heróis vive o futebol. Algumas eliminações doloridas também aconteceram. E o pior (para os derrotados) é que elas poderiam ter sido evitadas se não fossem algumas “derrapadas” cometidas na hora decisiva. Confira quatro vacilos que deixaram Chile, Paraguai e Estados Unidos fora do Mundial da Rússia:

O desespero de Bravo

O Chile estava perdendo por 2 a 0 para o Brasil quando, aos 48 minutos do segundo tempo, o goleiro Claudio Bravo se lançou para o ataque no desespero. Um gol chileno jogaria o time para a repescagem, eliminado o Peru. Mas o tiro saiu pela culatra: o Brasil recuperou a bola e Willian lançou Gabriel Jesus. Sem goleiro, o atacante acelerou com a bola e tocou para o gol vazio, fazendo 3 a 0 e enterrando de vez as chances do Chile.

A “mão boba” de Ospina

O Chile também foi prejudicado por um lance que aconteceu em outro jogo. O Peru empatou por 1 a 1 com a Colômbia graças a um gol de falta de Guerrero; o goleiro Ospina até tocou na bola, mas não evitou que ela entrasse. O problema é que o lance era um tiro livre indireto. Ou seja: se Ospina simplesmente tivesse deixado a bola entrar, o gol não valeria e o Peru estaria fora da Copa.

O tropeço incrível do Paraguai

Bastava o Paraguai vencer a lanterna e eliminada Venezuela, em casa, para garantir vaga na repescagem. Mas o time sentiu o peso da decisão e foi derrotado por 1 a 0 diante de sua torcida, em um anticlímax que deixou o técnico Francisco Arce às lágrimas no apito final.

O vexame dos Estados Unidos

Os americanos também enfrentaram uma seleção eliminada: Trinidad e Tobago. Se vencessem, manteriam a terceira posição e estariam classificados à Copa do Mundo. Mas protagonizaram um vexame ao perder por 2 a 1 e serem ultrapassados por Panamá e Honduras na última rodada. Pela primeira vez desde 1986, os Estados Unidos não irão ao Mundial.

Share:

Leave a reply