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Witzel defende o fim da visita íntima para presidiários

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, afirmou, nesta quarta-feira (18), que presos deveriam perder o direito às visitas íntimas na cadeia, que foi classificada por ele como “liberdade sexual”.

O governador fluminense também defendeu que a pena máxima para participação no crime organizado suba para 50 anos de detenção.

“A pena para criminosos do crime organizado não pode ser 35 anos, tem que ser 50 anos. E outra: o sistema em que ele tem que ficar preso tem que ser um sistema que não tenha visita íntima. Se perdeu a liberdade, por que não vai perder a liberdade sexual? Onde é que nós estamos com a cabeça? Você tira a liberdade do sujeito, mas não tira a liberdade sexual dele. O que que é isso? Perdeu, sim.”

A visita íntima no Rio é semanal ou quinzenal, dependendo da disponibilidade de espaço e de cada direção.

 Para receber o benefício, o preso não pode ter cometido falta disciplinar, a companheira (o) ou esposa (o) deve estar credenciada (o) como visitante e ser maior de 18 anos, e o casal precisa apresentar atestado médico de saúde física e mental emitido por um órgão público.
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