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“Brasil não será uma nova Cuba”, diz Bolsonaro ao citar ações do governo

O presidente Jair Bolsonaro usou a sua conta oficial  do Twitter na noite desta terça-feira (13), para dizer que o Brasil “não será uma nova Cuba”. O chefe do executivo citou ações do governo para fazer o desabafo na rede social.

Mais cedo, Bolsonaro já havia criticado as reações do regime cubano às manifestações contra a crise econômica no país. Ele também criticou a prisão de um opositor ligado a Juan Guaidó, autoproclamado presidente venezuelano, divulgada hoje no país. O regime da Venezuela decretou a prisão de Freddy Guevara, acusando-o de terrorismo.

“No momento em que a ditadura comunista cubana ataca duramente o seu povo que pede o fim do regime que o mantém na miséria, no atraso e até hoje sufoca sua liberdade, o ditador Maduro promove ataque armado ao PR Juan Guaidó. Que Deus proteja nossos irmãos cubanos e venezuelanos!”, escreveu Bolsonaro no Twitter.

Milhares de cubanos levaram sua insatisfação com o governo às ruas, em uma das maiores manifestações contra a ditadura em décadas. O ditador Miguel Díaz-Canel, chamou os manifestantes de “mercenários”  bloqueou  WhatsApp, Instagram, Facebook e Telegram no país.

A jornalista Camila Acosta, correspondente do jornal espanhol ABC em Cuba, foi presa ontem pelas forças militares da ditadura cubana. Ela cobria os protestos realizados em diversas cidades do país.

 O governo cubano confirmou hoje a morte de uma pessoa no que chamou de “distúrbios” ocorridos em um bairro da periferia de Havana ontem, um dia depois dos protestos maciços do último domingo, os maiores desde 1994 na ilha. Pelo menos 150 pessoas foram presas até agora, a maioria em casa, informou a organização internacional Human Rights Watch. A internet móvel continua suspensa no país caribenho dois dias depois das manifestações. Não há números oficiais sobre prisões.

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