Cotidiano

Presídios: “sucursais do inferno”

Segundo o site SputinkBrasil,  a violência crescente nas prisões brasileiras repercute também no exterior. Até agora, o governo brasileiro ainda não respondeu aos questionamentos feitos pela Corte Internacional de Direitos Humanos, que cobra explicações sobre a situação das penitenciárias no país, em especial no Complexo de Pedrinhas (MA), Complexo de Curado (Recife), Unis (Cariacica) e no Instituto Plácido de Sá Carvalho, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. As mortes não acontecem apenas em função de rebeliões, mas também por doenças. Só no Plácido de Sá já são 50 óbitos só neste ano, a maioria devido a doenças respiratórias, como tuberculose. Na unidade, há apenas um médico para cuidar de 3.454 presos, quando a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de um para 500. Além disso, há reclamações sobre a falta generalizada de medicamentos, que são comprados e levados pelos familiares dos presos.

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